Diário de Maria

O Bairro III

novembro 09, 2011Ricardo Santo

Imagem roubada daqui

Tânia já tinha mandado parar o táxi ainda o estranho nem se tinha recomposto, o cinto ainda não estava no lugar e o casaco estava meio por vestir. Entraram apressados para o banco de trás entre sorrisos e murmúrios cúmplices como crianças que se tinham acabado de portar mal. A morena indicou ao taxista o local de destino e reconfortou-se no banco com as pernas bem esticadas, iam para as Torres das Amoreiras. O condutor era um velhote com alguma idade, provavelmente devia andar na casa dos 60, a barba branca fazia-se notar e trazia uma boina desgastada pelo tempo. Mirou-os durante grande parte do caminho pelo espelho retrovisor como um espectador sentado no cinema à espera do início do filme. No entanto para tristeza do velhote, acção foi o que não se passou naquele banco de trás. Tânia passou o curto trajecto entre o Bairro Alto e as Amoreiras a lamber os lábios e a saborear o presente que tinha recebido há escassos minutos nas escadas. Sentia-se ardente e deleitada por todo o seu interior mas a noite ainda agora tinha começado, o desejo de ser fornicada estava rapidamente a crescer dentro da sua gruta de prazer. Sentia-se totalmente alagada e os lábios já palpitavam a suplicar exercício. Não podiam demorar muito a chegar às Amoreiras ou ainda violava o estranho dentro do veículo. Olhavam de forma provocatória um no outro, um jogo de sedução que tinha tido início à porta do bar e que agora continuava. A morena tinha uns olhos extremamente cativantes que se moviam com delicadeza, seduzindo e enfeitiçavam o parceiro, sabia como utilizar as suas melhores armas, o olhar era uma delas. O estranho aproveitou o momento para retirar os sapatos que a fêmea trazia nos pés. Eram elegantes com uma textura uniforme em preto brilhante, muito simples sem qualquer adereço ou fivela a suportar. Continuava sem entender como suportavam o desconforto de usar um salto tão alto, não podia haver conforto possível naquela coisa. Mimou Tânia com uma bela massagem até chegarem ao local destino, dobrando os dedos dos pés, fazendo a pressão correcta nos calcanhares, ladeando os tornozelos de forma gentil levando a nova amiga a recrear-se com tamanha dádiva e a aproveitar o momento. Passados alguns minutos o táxi abrandou a marcha e parou no local previamente combinado, o estranho puxou de uma nota de dentro do casaco, o velhote ficou com o troco e o par abandonou o veículo invadindo a madrugada lisboeta.

O estranho olhou para a placa no edifício, Torre Nº2, conhecia bem a zona de outras andanças, consultou as horas no telemóvel antes de entrarem no edifício, já passava das 4h da manhã, tinha uma SMS por ler. A irrequieta morena de cabelos longos ia descalça com os sapatos pendurados numa mão, abrindo rapidamente caminho pelas escadas até ao primeiro andar. Pela primeira vez conseguiu vislumbrar de perto o sensual corpo da fêmea, engoliu em seco enquanto subiam, ao percorrer com o olhar os contornos do rabo, a gaja tinha de facto um belo traseiro para apanhar. Era mesmo ao seu jeito, não muito volumoso nem muito pequeno, enchia as suas medidas e da forma como balançava a cada degrau transposto estava mesmo a pedi-las. Num ápice Tânia fez aparecer as chaves de dentro da mala e apoderaram-se o apartamento. Ainda sem luz o estranho ouviu uns sapatos a perderem-se pelo chão e um fecho de casaco a abrir. Fez-se luz na divisão e por breves momentos tentou-se situar mirando em seu redor. A sala era espaçosa num formato rectangular, um ecrã de plasma estava suspenso numa das paredes, um quadro de tamanho XL ofuscava o olhar e um longo sofá de braços em tons de cinzento reclamava maior atenção. No tecto um candeeiro extravagante ocupava território. Atirou o casaco de ganga para cima de uma cadeira e embrenhou-se ambientando-se ao espaço enquanto Tânia desabotoava lentamente os botões das calças. Com habilidade fez deslizar a ganga justa pelo rabo, brindando o estranho com as suas curvas voluptuosas, a sorte tinha definitivamente batido à sua porta naquela noite, tinha um corpo transcendente. Uma tanga totalmente branca fez-se notar de imediato entre a pele bronzeada, o pequeno triângulo despontava para logo em seguida o tecido desaparecer entre o rabo contagiante. As calças deslizaram pelas pernas e gatinhou pelo longo sofá afastando o cabelo e chamando o estranho até si. Ajoelhou-se no soalho de madeira fazendo deslizar uma mão pela pele suave de Tânia incendiando o corpo à sua passagem. A mão subia pela perna desde o calcanhar até à cintura provocando pequenos choques de prazer, obrigando a pele a arrepiar de forma involuntária. Os dedos tactearam até ao interior da coxa fazendo a fêmea deslizar pelo sofá permitindo as investidas deliciosas que se anteviam, toda ela transbordava ansiedade e tesão. O estranho aproximou-se e levou os lábios bem junto dos seus, proibindo de se tocarem, simplesmente ficaram bem perto provocando-se mutuamente e sentindo a pulsação desenfreada dos corpos. Tânia tentou beija-lo mas este fugiu com os lábios matreiros, com um sorriso libidinoso tentou elevar-se do sofá e agarrar o pescoço para o trazer de volta mas novamente foi mal sucedida na sua investida, o estranho agarrou-lhe os pulsos mantendo a fera dominada sobre o sofá. Durante alguns segundos recriou-se com o despique incentivando a parceira com pequenos sussurros a perder o norte e a transpor a barreira do suportável, o ambiente estava contagiante. Aos poucos foi-lhe oferecendo os seus lábios quentes a provar, primeiro um toque suave de raspão, depois outro, mais outro, um pequeno toque na ponta da língua, uma língua a resvalar até que as duas línguas se fundiram numa só trocando sabores e aquecendo o enorme espaço que os circundava. Largou-lhe os pulsos ao mesmo tempo que a deixava confortavelmente encostada no sofá, as suas mãos navegaram pelos joelhos como que pedindo permissão para abrir as pernas, estas resvalaram suavemente flectidas para os lados. O estranho levou dois dedos ao topo da cueca massajando tentadoramente a área sobre os lábios, sentiu de instantaneamente a cueca encharcada, perfeitamente visível a olho nu, a gaja estava completamente inundada. Encaminhou a sua boca sorrateiramente à cueca, pressionando-a com o nariz e a língua, fazendo-a percorrer caminhos tão bem conhecidos, deliciou-se com a essência que brotava do interior da fêmea, um cheiro inconfundível. Ouviu Tânia a gemer para o seu interior ao sentir o pequeno tecido molhado a raspar contra as paredes do seu sexo, aproveitou o facto para presentear a zona do clítoris com pequenos movimentos circulantes em volta, o tecido raspava a pequena saliência que fervia de excitação deixando a parceira a fervilhar. O estranho aproveitou as mãos, juntou o tecido ao centro ficando este parecido com um fio onde de cada lado brotava um lábio, tinha agora o tecido todo lá dentro, roçando levemente o pequeno canal rosado no seu interior. Delicadamente fez deslocar o tecido para cima e para baixo num ciclo ritmado, roçando a estreita peça íntima no meio do sexo da nova amiga que instintivamente se começou a contrair. Subia e descia num movimento contínuo, repetitivo e de forma bem controlada para proporcionar o máximo de prazer, adorava provocar e Tânia já se tinha incendiado e agonizava a sua resistência. Subiu um pouco a cueca e fez o mesmo procedimento mas de forma inversa, navegando na zona clítoriana, movimentos horizontais da esquerda para a direita e vice-versa, batendo suavemente com o tecido no clítoris da fêmea desassossegada que se agarrava fortemente ao sofá. Eram agora perfeitamente audíveis os gemidos e a respiração ofegante e sobressaltada de Tânia que não cabia em si de tão exaltada. Resolveu matar a agonia, estava na hora de provar aquele suco delicioso que lhe escorria no interior. Afastou ligeiramente a cueca para um dos lados com o polegar, colocando à vista o teso e impetuoso clítoris. Abocanhou de imediato a pequena saliência com os lábios, sorvendo-o e perdendo-se nele com a sua língua, adorava um bom minete, sexo oral estava definitivamente no topo dos seus jogos preliminares. Tânia perdeu automaticamente o norte e agarrou-lhe de imediato a nuca contorcendo-se como se não houvesse amanhã, estava à beira do orgasmo, não se iria conter por muito mais tempo. O estranho ofereceu-lhe um aprazível e prolongado momento de sexo oral, deliciando-se ele próprio com cada saliência. A fêmea estava tão descontrolada que levava as suas pernas a bater contra a sua cabeça, vezes e vezes sem conta, tremendo sucessivamente e não conseguindo ter controlo sobre as mesmas. Nem necessitou de ajuda externa de dedos pois deleitou-se no pequeno ponto de prazer por mais alguns segundos até descontrolar a gaja que ofegava por completo e esta se vir na sua boca, produzindo um gemido perceptível, contraindo todo o seu corpo em sucessivas convulsões, dedos dos pés totalmente dobrados, unhas cravadas no sofá, sentindo o tórrido calor a percorrer o interior das suas veias, os choques eléctricos palpitantes, o nirvana dos sentidos.

Continua...

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30 comentários

  1. Sim! Sem dúvida! Muito parecida com uma certa gata arisca ;)

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  2. Bem, aumentaste o grau de descrição do ambiente, ficou mais intenso... e para além disso, excelente performance do estranho, um minete executado com mestria e sensualidade bastante para deixar a respiração ofegante pelo próximo capítulo.




    Beijos
    Agradeço a tua presença lá...
    ;)

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  3. GataHari

    Bem me parecia que tinha razão no meu comentário.
    Gosto bastante quando os leitores se conseguem identificar com alguma das minhas personagens, o deliciar dos sentidos, assim como um olhar no espelho. Espero que tenhas gostado desta continuação...

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  4. Me

    A descrição e o detalhe fazem parte integrante dos meus textos, tem sido sempre assim desde o início. É por vezes difícil conciliar o nível do detalhe na acção, não pode ser extremo porque se sobrepõe à intensidade nem pode ser mínimo sob pena de a aventura perder gosto. É preciso balançar e equilibrar os aspectos, uns textos com mais, uns textos com menos, tudo depende do que sair da minha mente.

    Fico contente que tenhas gostado de ler, o feedback dos leitores ajuda-me a orientar o percurso das personagens e a descobrir o que realmente mexe com a vossa mente. Espero que não tenhas ficado muito ofegante...

    ;)

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  5. Delicia!!!
    Não aconselhavél a mentes já de si quentes..

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  6. Volto a repetir. Estás a regressar, embora te "leia" algo diferente, o tempo passou por ti. :)

    "Gaja", por exemplo, é uma nova palavra no vocabulário do Estranho, tal como algumas outras mais profanas às quais me estou a habituar.

    De resto, bom, que dizer sobre uma Lisboa tão minha, onde basta fechar os olhos para vislumbrar as portas que ladeiam as ruas por onde o táxi os levou?

    Gostei, embora tenhas aflorado alguns pormenores deliciosos, como o do taxista a olhar pelo retrovisor, mas que depois não exploraste (ele olha para eles e fica "triste" por não acontecer nada, mas depois o Estranho massaja os pés de Tãnia). Sabes que sou uma "pain in the ass" de crítica, mas é porque adoro a tua escrita.

    Adoraria se a Tânia fosse uma call girl de luxo com apartamento nas Amoreiras e uma "santinha" de Coimbra! Ah, os teus personagens fazem viajar!

    Beijo e keep on!

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  7. Anónimo

    Pelo contrário, tudo o que aqui encontras é bastante aconselhável a mentes inquietas.
    ;)

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  8. Stargazer

    Impossível não ser diferente após tanto tempo de ausência, o próprio enredo da história e os caminhos que percorre não vão são necessariamente os mesmos. A estreita ligação que existia com cada post tem de ser reconstruida e isso leva tempo. O pior mesmo é conseguir compensar os leitores pela minha ausência. Quanto ao uso de algum novo vocabulário é bom evoluir e alterar a forma de descrever situações, não quero ser monótono e repetitivo.

    O pormenor do espelho retrovisor está mais do que batido no imaginário dos leitores, era mais do mesmo, podia perfeitamente ter seguido esse caminho, foi somente entrelaçado na história para apimentar.

    Para breve o final do conto...

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  9. Star gostei dessa da santinha de Coimbra!!!!
    Pelo que tenho lido acho que não faz o género do Estranho uma Call Girl..mas tu deves conhece-lo melhor ;)

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  10. Já estou a ferver na expectativa do resto da historia... ;)

    Não me importava de me chamar Tânia e ter um estranho para mim esta noite... ;)

    Bom regresso ;)

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  11. Entendo que seja dificil contra-balançar entre a intensidade da acção e o descrever o cenário, mas ficou excelente.



    Quanto à respiração, não ficou muito, foi mais ao nivel mental! :)






    Beijo

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  12. Anónima,

    O Estranho é estranho, pelo que vindo dele, nada me surpreende...

    Vamos ver o que o Santo Diabinho nos reserva. Como costumo dizer, The Sky is the Limit!

    :)

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  13. Devil,

    Claro que sim. Isso é o mesmo que quando numa série existe ou um remake ou uma continuação. Temos que nos habituar às diferenças/alterações, que fazem parte da evolução natural.

    Talvez eu não me tenha explicado bem. Claro que cada um de nós visualiza e fantasia os personagens à sua maneira, obviamente que condicionado e "socializado" por aquilo que nós próprios vivemos e experienciámos. O que quero dizer é que eu sentia uma sensualidade latente no ar devido ás tuas descrições. Era como se estivesse quase a atingir o orgasmo, para depois parar e ficar ali naquele limbo delicioso naquela situação de alta voltagem.

    Agora o Estranho está mais "down to earth", mais físico e menos subtilmente sensual. Não sei se entendes o que quero dizer, presumo que sim, que agora está perfeitamente claro para ti.

    (E claro não era crítica, era feed-back sobre o que eu sinto quando te leio agora).

    Compensar os leitores? Bem, só tens uma maneira, penso eu. Escrever, escrever, escrever!

    :)

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  14. Star,
    Não o classificaria como estranho..mas como misterioso.. e é isso que me seduz!!!
    O misterio..a provocação!!!!
    Venha o próximo capitulo..
    :)

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  15. Estranho e misterioso são sinónimos para mim!

    :)

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  16. Lisa

    Obrigado pela tua visita, aprecio a tua visita.
    Aguenta esse fervilhar de inquietação, o resto da história está para breve...
    Existe sempre uma Tânia ou um Estranho em cada esquina, basta saber como procurar...
    ;)

    Sabe bem estar de volta

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  17. Me

    Com o tempo aprende-se a controlar a acção e por vezes não podemos oferecer somente o que os leitores pretendem, isso tornaria as aventuras aqui descritas como banais.

    Esse nível mental pode ter vários graus
    Cuidado com o impacto das palavras
    ;)

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  18. Stargazer

    Feedback é sempre importante, todos gostamos de orientações e troca de ideias. A personagem do estranho nunca é caracterizada da mesma maneira em cada acção, a evolução acompanha o desenrolar da história. Sendo uma personagem fictícia não o consigo caracterizar como vocês leitores o fazem, talvez por isso me seja difícil visualizar a coisa.

    Escrever o que flui da minha mente e imaginação é um prazer que nem sempre pode ser realizado mas vou tentar compensar o tempo de ausência.

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  19. Anónimo

    Misterioso, Sedutor e Provocador são características mais do que conhecidas dessa personagem

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  20. Demoniozinho :)
    Sei muito bem quais os traços que caracterizam a tua "personagem"..e por sinal adoro..
    Demora muito o proximo capitulo :):)

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  21. Star,
    Embora as palavras signifiquem o mesmo cada um as interpreta à sua maneira ou lhes dá um novo significado :) para mim mistério e estranheza são coisas distintas..o mistério atraí a estranheza confunde..Mas conclusão O Estranho: mistério e estranheza!!!!
    Beijo

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  22. É isso mesmo.

    Eu queria dizer mais "bizarro", que é uma mistura de estranho (no sentido de fora do comum) e misterioso (que o "Estranho" não é, pelo menos não para mim). Não sinto o Estranho como misterioso, por variadas razões, mas sinto-o como alguém fora do comum, sem dúvida nenhuma e meio estranho porque penso que existe uma parte de loucura nele.

    Há uma cena/trailer de um clássico do cinema que me faz lembrar o Estranho:

    http://www.youtube.com/watch?v=j0hlqrkGVy8

    É giro ver como cada pessoa interpreta e interioriza as histórias à sua maneira e como por vezes, temos dificuldade em descrever por palavras as sensações provocadas.

    Interessante para mim é a interacção que se cria depois entre os leitores e o autor e os leitores entre si.

    :)

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  23. É isso mesmo.. BIZARRO, não podias ter escolhido melhor a palavra!

    Quanto ao trailer sem dúvida, assenta como uma luva ;)
    Adoro esse filme..dos primeiros do género que vi :)trouxe algumas recordações.. boas..quentes!!!

    Somos todos diferentes e as histórias são sempre interiorizadas de maneira diferente..embora o resultado final seja quase sempre o mesmo..cuequinha húmida!!!

    A interacção é fundamental, ajuda a crescer..a ultrapassar a dificuldade que por vezes se tem a descrever sensações..acabamos por nos libertar..digo eu :)

    From another STARGAZER ;)

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  24. Sinto o prazer concentrado em mim!

    O meu beijo, nesta manhã fria mas cheia de luz!

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  25. Muito bom! Conseguiste fazer entrar na históia. Só isso diz muito!

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  26. Hummmmm....
    Continuas escrevendo divinamente bem...

    Saudades...

    Beijinhos safadinhos em ti...

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  27. ► JOTA ENE ◄

    Obrigado pela vista ao meu canto.
    Fico contente por ter agradado a mais um leitor com esta nova aventura.
    Espero ter-te de regresso no próximo conto
    ;)

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  28. A Minha Essência

    É um prazer receber a tua presença aqui nas minhas aventuras luxuriosas. Pelos vistos captas-te na totalidade a essência dos meus contos, vestires a pele das personagens e perder-te no meio das aventuras saídas da minha mente.

    Espero-te de volta
    Beijos

    ResponderEliminar
  29. Mandarina

    Obrigado pela tua visita e pelo comentário quente que me deixaste. Espero-te de regresso para leres o final do conto.
    ;)

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