Diário de Maria

O Hotel II

junho 09, 2011Ricardo Santo


Embrenhados nas escadas do hotel a intensidade aumentou exponencialmente em poucos segundos, as mãos do estranho continuavam a navegar de forma irrequieta pela barriga de Rita que pouco mais podia fazer do que desfrutar do intenso momento. Adorava sentir um corpo arrepiado na ponta dos dedos, sentir a pele de galinha a despontar, era alimento para a sua mente. Os dedos ganhavam vida própria explorando e tacteando cada recanto da parceira, subindo lentamente em direcção aos volumosos seios. Sentia o sangue a circular velozmente nas suas veias, ardendo no seu interior e um enorme tesão entre as pernas que o deixava desejoso de acção, simplesmente adorava aquele jogo de provocação. Rita apoiava-se na parede o melhor que conseguia, retraída pela força do estranho nas suas costas, as suas leggings ferviam na zona traseira onde as calças de ganga roçavam o leve tecido, sentia-se magnetizada pelo jogo de sedução, as mãos desinquietas que a percorriam e a estavam a tirar do sério. Controlava-se para não fechar os olhos, a tentação era enorme, trincou o lábio inferior quase ao ponto de o fazer sangrar. Os avanços dos lábios pelo seu pescoço foi a gota de água, soltou um gemido pelo choque de prazer que inundou o seu corpo, tinha acabado a resistência. O estranho beijava com deleite o pescoço perdendo-se até ao ombro direito que se encontrava desnudo e cheio de tatuagens. Leves beijos isolados misturados com muita saliva e pequenas trincas provocatórias. Avançou agarrando o pequeno top preto que Rita usava por debaixo da túnica, retirou-o para a cintura deixando à mercê das suas mãos um soutien de formato cai-cai. Sentiu o tecido pela primeira vez, a renda da copa roçava por entre os dedos que vagueavam cautelosamente. A ponta dos mamilos despontava ligeiramente como que chamando por si. Sussurrou mais uma vez…
- Eu disse que te castigava.
- Ainda não vi nada…
Não foram necessárias mais palavras para automaticamente experimentar um choque eléctrico a percorrer-lhe o corpo até à ponta dos pés. Sentiu os mamilos a serem contorcidos e apertados vigorosamente pelos dedos do estranho que a castigava sem piedade. Todo o seu corpo estremeceu e sentiu-se por leves instantes a perder forças nas pernas que tremiam ligeiramente, num ápice foi forçada a abrir a boca e cravar as unhas na parede tal era a intensidade. Prontamente sentiu-se encharcada entre as pernas como se tivesse acabado de atingir um orgasmo fenomenal, agora sim estava a ser castigada como merecia, queria mais, muito mais. Baixou a mão direita pousando-a em cima da túnica sobre a mão do estranho, apertou com todas as suas forças e sentiu o grande seio a ser totalmente apertado pelo conjunto de mãos, sentiu-se nas nuvens, adorava ser torturada daquela forma. Encostou a cabeça à parede apoiando-se quase sem forças, o estranho massajava os seios como se não houvesse amanhã e ofegava junto do seu pescoço, provocando-lhe um prazer extraordinário, torturava-lhe pensar que podiam ser apanhados em flagrante. Acabou por deixar deslizar a mão pela túnica vendo-se obrigada a invadir o interior das leggings, o desejo falou mais alto. Mal os dedos tocaram nas cuecas sentiu um calor abrasador que emanava do seu interior, estava louca de tesão, aquele gajo quebrava os seus limites. As pontas dos dedos ficaram automaticamente molhados tal não era o lago que se tinha acumulado no seu sexo, adorava sentir-se assim desejosa por alguém, transbordava de tesão e necessitava urgentemente de saciar a sua fome. Começou por fazer deslizar três dedos no topo da cueca molhando-a ainda mais, sentia uma enorme urgência em se tocar, navegou lentamente pelo topo da cueca até ao interior e regressando ao ponto de partida, roçando o tecido contra a sua pele deliciando-se a cada investida, sabia perfeitamente como proporcionar prazer a si própria. Após algumas repetições torturantes já não estava em si, fez a mão invadir a cueca mergulhando dois dedos no seu sexo que latejava intensamente, afastou habilmente os lábios externos e invadiu o clítoris de forma desesperada tal era a tentação. A cada movimento com os dedos na pequena saliência sentia a respiração cada vez mais instável, arfava de tal forma que temeu ser ouvida na recepção, era impossível controlar o seu desejo. O estranho não se fez de rogado com tal entusiasmo e com uma ligeira manobra nas costas de Rita fez soltar os colchetes que prendiam o soutien. Encostada à parede gemeu quando sentiu as fortes mãos do estranho a invadirem os seus seios desnudos, os mamilos despontavam erectos por debaixo da túnica, rijos de tesão, perdidos no meio dos dedos alheios. As suas mamas eram agora totalmente preenchidas e massajadas pelas mãos irrequietas do parceiro, como amava aquela luxúria.
- Estás-me a deixar louca, quero-te dentro de mim.
- Agora já dás ordens?
- Pára de me torturar, leva-me para o quarto ou venho-me aqui mesmo.
- Os teus desejos são uma ordem…
Continua...

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6 comentários

  1. Muito sensual. Quero ler o fim...
    BJ

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  2. ... cada vez mais intenso e sensual!

    Bem ao nosso gosto... Anseio por mais...


    O meu beijo.

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  3. Irei ler com atenção. Adorei seu cantinho, tão sensual e envolvente..
    Um grande beijo!!!

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  4. ...achei o "Sto Diabinho" na Lia Maria rs... obgda por me seguir "Mary"... aqui tbém estou me deliciando.. bjs bjs bjs...

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  5. Foi bom viajar pelo seu espaço que me levou a momentos de intensa sensualidade e desejos. Quero ler a continuação.
    Obrigada pela visita.
    Estarei sempre por aqui.
    Beijus_nus

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  6. Regresso em grande.

    Keep on!

    Provocative kiss,

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