Diário de Maria

O Palácio II

janeiro 25, 2011Ricardo Santo


Maria estendeu-se de barriga para baixo na enorme cama afastando as volumosas almofadas com os braços. Sentia o seu corpo a escaldar roçando no lençol de seda, estava completamente inebriada com aquele local, um arrebatamento que a fazia crepitar no interior. Sonhava com aquele momento onde o seu corpo iria ser devastado por uma nova experiência e queria aproveitar ao máximo. O estranho aproximou-se lentamente, retirou os All-Star e as calças de ganga enquanto observava o casal de loiros entrelaçados no sofá, juntou-se à parceira que se regalava na cama. Subiu para cima dela, deitando-se sobre as suas costas. Uniu as suas mãos às dela, aperto-as com força, sentindo-lhe a chama imensa que se propagava pelo seu corpo sensual. Beijou-a no ombro sentindo de imediato o perfume e odor a invadi-lo, transpirava sensações. Com a língua percorreu caminhos conhecidos, pescoço, orelha, rosto, saboreando-a lentamente com a sua língua ardente, sentindo-a contorcer-se debaixo de si, o seu rabo a roçar provocantemente no sexo. Largou-lhe as mãos, sentando-se no seu rabo e despiu a t-shirt ficando em tronco nu. Iniciou um jogo de mãos prolongado sobre as costas de Maria, massajou os ombros, o pescoço, desceu pelas costas, trespassando a coluna com os seus dedos, fazendo a pressão correcta, relaxando a companheira. Sentiu-a a navegar pelas suas mãos, entregando-se, com um gesto simples fez soltar os dois colchetes do soutien em renda preta que se abriu de imediato. Num movimento hábil recuou, ficando de cócoras sobre as pernas de Maria. Com ambas as mãos percorreu-lhe o fundo das costas e as nádegas firmes, contornando-as, apertando-as com os dedos ao mesmo tempo que fazia descair a tanga sobre as pernas num gesto prolongado, deliciando-se com a visão. Saiu da cama colocando-se de joelhos sobre o tapete vermelho, Maria elevou o seu corpo da cama, fazendo cair o soutien pelos braços colocando-se de quatro para ser invadida pelo parceiro. Dançou o rabo à sua frente, lentamente entre as sombras, enquanto olhava para trás, no sofá o casal de loiros aproveitava a ocasião para tirar a roupa, olhares cúmplices pelo canto do olho, espiando o que se passava na cama. Sentiu a boca do estranho a invadi-la, rompendo entre as suas nádegas, abocanhando o seu ânus, contorcendo-se ao sentir a corrente de prazer que a invadiu. Agarrou de imediato uma almofada, cravando-lhe as unhas ao sentir a língua do desconhecido a navegar pelo seu sexo, estava completamente encharcada, não conseguindo raciocinar em condições. O estranho abria-lhe as nádegas com força, as suas mãos fortes trespassavam o seu interior, sentia-o a deliciava-se com o seu néctar, o mel quente que escorria do seu interior e desaguava na sua boca. As pernas tremeram-lhe ao sentir os lábios do seu sexo a serem chupados e usurpados, penetrando fundo com a língua na sua gruta de prazer. Não conseguiu resistir a gemer de forma audível, espasmos de energia percorriam o seu corpo a cada nova sensação que lhe subia do baixo-ventre, deixou cair os braços, aterrando a cabeça na almofada com a respiração ofegante, mordendo o lábio inferior de desejo, aguentando ao máximo, tentando resistir ao orgasmo que se avizinhava. Regalava-se com aquele pedaço de mau caminho que a conquistava por completo e que a ia levar ao céu pela primeira vez naquela noite, fechou os olhos, perdeu as forças e veio-se quase de imediato sem qualquer controlo.

Maria deitou-se na cama, recuperando a respiração aos poucos, sentia-se incendiada, ardia por todos os poros, queria mais… mais, estava desejosa, com uma ânsia selvagem e totalmente descontrolada. Sentiu o estranho a aproximar-se, aninhando-se e deitando-se junto de si, sentiu o seu peito forte nas suas costas, adorou a sensação quente, o sentir o seu respirar. A mão começou a acariciar-lhe o seio direito, o mamilo despontou de imediato, teso de prazer, brotando somente pelo toque da ponta dos seus dedos. Sentiu a mão a descer pelo corpo, arrepiando-lhe, avançando delicadamente pelas ancas, cravando-se com força na sua perna direita, elevando-a gentilmente, fechou novamente os olhos, aguardando pela penetração, arquejando e posicionando-se para o receber dentro de si. Gemeu ao sentir-se penetrada de uma só vez pelo sexo do estranho, bem até às suas entranhas, tentou soltar algumas palavras enquanto as estocadas ritmadas entoavam pela sala, não conseguia, estava totalmente entregue, somente se deleitava com aquela viagem, invadida pelos sentidos, mergulhando de cabeça, entregando-se ao momento de luxúria. Sentia a perna levantada bem alto e o vigoroso membro a penetrar a sua gruta de forma ritmada, gemendo de prazer a cada penetração mais intensa. Tentava ajudar balançando as suas coxas sorvendo aquele membro apetitoso no seu interior. Gozava a cada nova investida ficando sem fôlego de forma constante. As suas nádegas batiam tão velozmente contra o corpo dele que o seu coração parecia que ia explodir de tão acelerado que estava, num vai-e-vem que a inebriava por completo, quase a levando à cegueira. Por momentos sentiu os seios a serem percorridos por duas mãos, era humanamente impossível, estaria a sonhar? Abriu os olhos e viu o rapaz loiro na sua frente, provocando-a na sombra, duplicando-lhe o prazer sentido, ao acariciar os seus fartos seios. Apertou-os fortemente nas suas mãos, brincando com os polegares nos mamilos tesos, pequenos círculos de prazer, apertando-os e puxando-os até Maria soltar um grito, num misto de dor e prazer. O seu corpo e mente eram agora invadidos por um misto de emoções e devaneios que a descontrolavam, duplamente provocada, tal como esperava que acontecesse naquela madrugada. Com a sua gruta a ser satisfeita pelo estranho, esticou os braços e puxou o loiro até si pelos cabelos, conduzindo-o até às suas mamas. Sentiu os mamilos a serem usurpados e possuídos, chupados e até trincados levando-a a um novo êxtase, vindo-se voluptuosamente para os dois.

Maria sentou-se no meio da cama, encostada às almofadas com as mãos ocupadas pelos dois membros, massajando-os suavemente enquanto olhava para a loira que se tocava de forma provocatória no sofá, contemplando a acção, aguardando a sua vez. Os rapazes aproximaram-se e sorriu ao ser presenteada com aqueles dois sexos, olhando-os por entre as sombras, uma oferta que não iria resistir. Começou por abocanhar o membro do loiro, quente e pujante, já tinha chupado mais pequenos, era de facto um belo membro. Colocou os cabelos para trás fazendo voar os caracóis e dilacerou o sexo de forma gananciosa, este ardia de entusiasmo. Era circuncidado ao contrário do estranho, e apeteceu-lhe de imediato chupar aquela cabecinha toda. Começou por saborear a ponta com a gula habitual, percorrendo cada saliência com a sua língua marota, envolvendo os seus lábios no início daquele pau quente. Iniciou o habitual vai-e-vem ascendente e descendente dentro da sua boca, adorava senti-lo dentro de si, o calor intenso a navegar na sua garganta. Os seus lábios recreavam-se com o sexo, ora fazendo aparecer, ora fazendo desaparecer o mesmo de forma audaz, salivando-se sem pudor. Maria já ardia novamente por dentro quando trocou de membro, presenteando agora o estranho com a sua boca, estava bastante mais lambuzado devido a ter estado dentro de si. Maria provocou-o com a sua mão, uma estocada leve, uma rápida, uma leve, uma rápida até iniciar o habitual batimento sincronizado que levou o estranho a contorcer-se cheiro de tesão, não lhe iria dar tréguas, ia faze-lo vir para si. Também não se fez de rogada pois os seus dedos maliciosos já navegavam ao sabor da corrente, percorrendo o excitado e lambuzado clítoris. Quando se apercebeu que o estranho não iria aguentar muito mais tempo retirou a mão e envolveu o sexo com a sua boca esperando pelo leite quente que iria jorrar. Aproveitou para saborear mais um pouco aquele vigoroso membro até ser inundada pelo sémen escaldante do parceiro. Não se controlou e engoliu tudo o que jorrou cá para fora, merecia tudo naquela noite de excessos.

Gemidos desgarrados invadiram a sala, misturando-se com um odor de corpos suados e incenso de canela. O casal de loiros tinha iniciado uma acção tórrida de sexo em cima do sofá, ela apoiada de quatro no encosto com ele por trás, segurando-lhe o cabelo longo, penetrando-a bem fundo enquanto Maria e o estranho observavam, deitados nas almofadas, trocando carícias. Estocadas vigorosas e ritmadas, gemidos agudos audíveis, sexo frenético, um belo espectáculo para se contemplar no Palácio. O loiro apoiava as mãos nas ancas da parceira e projectava-se com intensidade para o fundo do abismo, comendo a loira que se deliciava a cada vai-e-vem de prazer. Eram um bom casal de amantes, sensuais, encaixavam muito bem um no outro. Após alguns minutos trocaram de posição, o loiro suado e ofegante sentou-se no sofá, aguardando a investida da companheira que se sentou em cima dele olhando curiosa para os parceiros na cama, iniciou uma cavalgada cadenciada, gostosa e sabida. Primeiro muito lentamente, sentido aquele membro a invadi-la suavemente, aumentando de intensidade aos poucos, acompanhando com gemidos compassados. Maria não se aguentou levantando-se ao encontro do casal. Aproximou-se da loira que pulava a seu belo prazer e espetou-lhe um beijo provando os seus lábios finos. Enquanto se beijavam as mãos de Maria navegaram pelos seios da rapariga que se derretia na sua frente. No meio do jogo de línguas quentes e troca de salivas a loira ofegava, não se conseguindo controlar, gemendo baixinho e soltando uma energia fantástica do seu interior, estava a chegar ao céu. Largou Maria caindo para trás, encostando-se ao peito do companheiro que se esforçava vivamente para lhe proporcionar um magnífico orgasmo. Os espasmos tomaram conta do seu corpo, desgovernados, os olhos reviravam nas sombras, o corpo balançava ao compasso de cada penetração e soltou um grito audível por todo o Palácio.

Maria deixou o casal de loiros aninhados no sofá e regressou para junto do estranho, caminhando de forma sensual, alimentando o seu olhar por entre as sombras. Puxou um dos lençóis de seda da cama e tapou o seu corpo desnudo segredando-lhe em seguida ao ouvido: Agora quero que me leves ao colo para o quarto ao lado e me deites no meio daqueles corpos suados. O estranho produziu um sorriso libidinoso, estava na hora de nova aventura…

Fim

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18 comentários

  1. Pura loucura... fiquei vidrada na parte da boca que abocanha o ânus... como gosto disso...

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  2. Juro que a minha libido, ficou desperta com este desenrolar... louco, enfático, extasiante... puro delirio dos sentidos, mais afoitos!







    Basium

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  3. Fizeste-me soltar um gemido de prazer, misturado com saudade e vontade de algo que fiz e quero muito repetir!


    As tuas palavras sabem-me bem!

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  4. Santo Diabinho volta... por favor...
    kiss kiss

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  5. oi bom dia gostaria de dizer que seu blog é fantástico parabéns, estou te seguindo se quiser pode me seguir caso goste do meu blog bjs...

    http://lamoremiopersempre.blogspot.com/

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  6. Ah, essa Maria sortuda... Estava com saudades dela...rs. bjs.

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  7. Muito bom, adorei, parabéns e seja bem vindo!
    Beijos.

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  8. Onde andas?!!! Tenho saudades da Maria! :)

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  9. Duas palavras para descrever como me sinto:
    TE SÃO!!!

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