Diário de Maria

O Quarto

novembro 22, 2010Ricardo Santo



Maria estacionou o carro perto da entrada do apartamento, o sol tinha despontado agora um pouco sobre as nuvens depois da chuva matinal, sentia-se desconfortável por ter de conduzir sem cuecas, que grande lata tinha tido o gajo, onde já se viu ficar com as suas cuequinhas lindas, que situação irreal, até tinha vergonha de contar à Sandra o que se tinha passado. Antes de sair do carro levantou ligeiramente a saia de ganga para observar a sua ratinha, a leve penugem surgiu por entre as coxas, recordou a mão do desconhecido a invadir aquele ponto de prazer, susteve-se de passar a mão mas o apelo falou mais alto, conquistou delicadamente a gruta com os seus dedos, ainda arfava de calor da agitação recente, estando agora menos húmida. Afastou os lábios grandes e percorreu delicadamente o estreito rosado, deslizando os dedos até invadir a entrada, ao começar a sentir a intensidade a regressar ao seu corpo decidiu parar e entrar em casa, já chegava de provocações para um dia. Olhou em redor e não se via ninguém, baixou novamente a saia, pegou na mala e afastou-se do veículo deixando a gabardine no porta-bagagem. Desde que tinha mudado para a nova casa no Parque das Nações que se estava a habituar à ideia de viver na confusão da capital. A pequena moradia apesar de não ser nova era aconchegada e chegava perfeitamente para viver com a mãe. Longe ia o tempo de algum luxo quando o pai ainda era vivo e moravam no Estoril. Colocou a chave na porta e estranhou não estar trancada, estaria a mãe já em casa a meio da tarde? A resposta veio de imediato na forma de um gemido afiado, algo de realmente estranho se estava a passar. Entrou sem fazer barulho fechando a porta atrás de si, ouviu murmúrios vindo do piso superior, onde existiam os quartos, estava realmente alguém em casa. Passou a vista em redor da sala, em cima do sofá estava o casaco de malha e uma das malas da mãe, o que estaria ela a fazer em casa aquela hora? Decidiu subir as escadas para sondar o acontecimento, pé ante pé subiu os degraus tentando abafar o barulho das suas botas. Ouviu vozes, definitivamente estava a mãe e mais alguma companhia. Chegada à entrada do quarto notou a porta quase fechada, somente com uma nesga aberta, com o coração a palpitar aproximou-se espreitando o seu interior. Não quis acreditar no que os seus olhos viam, petrificou de imediato ao observar a escaldante cena que se passava em cima da cama, a mãe estava a ser literalmente comida por um gajo mais novo. A sua boca abriu-se de espanto, tapando-a de imediato como se tivesse medo de produzir algum som. A visão era irreal, sem palavras para descrever o que os seus olhos castanhos observavam, a mãe cinquentona deitada de quatro na cama a ser invadida por um estranho sensivelmente na casa dos trinta. Agachando-se observou atentamente os acontecimentos pela pequena nesga, conseguia ouvir perfeitamente os gemidos da mãe ao ser penetrada por trás como se não houvesse amanhã, gemidos intensos e vibrantes que lhe soaram como excitação suprema, a marota estava-se simplesmente a deliciar. Sondou o estranho com curiosidade, quem seria o gajo? Tinha um corpo elegante e bem tratado, algo musculado e com um tom de pele ligeiramente bronzeada. As suas mãos pareceram-lhe grandes enquanto agarravam as ancas da mãe, em movimentos deslizantes. Não lhe conseguia ver a cara na perfeição, tinha cabelo preto escorrido pelos ombros e barba de poucos dias, notava-se o prazer no seu rosto ao cavalgar a mãe. Produzia estocadas constantes, penetrando e saindo da ratinha sedenta de prazer, a mãe andava impossível de aturar e pensou que este era mesmo o melhor remédio que lhe podiam oferecer. A mãe mal se aguentava nos braços acabando por ceder, baixando a cabeça para a almofada enquanto arfava. As batidas vigorantes já não eram para a sua idade, estava realmente a deliciar-se com aquele novo macho cheio de energia e tesão. As mamas vistosas voavam pelo ar a cada nova estocada, balançando fortemente como se quisessem sair do corpo. Maria nunca deu muita atenção à sexualidade dos pais, lembra-se de há uns anos quando o pai ainda era vivo de ouvir algumas brincadeiras marotas ao final da noite mas nunca tinha observado nada in loco como aquilo que estava a presenciar naquela tarde, era surreal demais. 

Maria deliciou-se mais um pouco a espreitar o quarto, o estranho continuava com energia para dar e vender, estocando a mãe com vigorosidade. Com tanto deleite nem se apercebeu de como a cena lhe estava a afectar o próprio corpo, os seus mamilos estavam tesos de prazer, desflorando por debaixo da camisola. Levou a mão por debaixo da saia e ao tocar na sua ratinha ficou perplexa sentindo os dedos totalmente encharcados, a sua gaja pingava de tanta excitação. Não resistiu à tentação e invadiu o seu interior curvando os dedos, penetrando bem dentro da gruta enquanto os seus olhos não desgrudavam da incrível cena de sexo ao vivo. Sentiu-se a delirar ali agachada, com os dedos já molhados a devastarem as suas entranhas, fervilhava de tesão e não teve outra hipótese se não morder os lábios para não gemer, só lhe apetecia uma foda. Foi então que viu o estranho a sair do interior da mãe, a cinquentona virou-se para o seu belo membro, abraçando-o com ambas as mãos e chupando-o até este desaparecer no fundo da sua garganta. Vibrou ao ver a mãe gulosa a servir-se delirantemente daquele sublime pau, parecia ser delicioso de chupar e lamber, ao seu pensamento veio a ideia perversa de abrir a porta lentamente e juntar-se à festarola que se passava no interior, lambendo o membro do estranho ao mesmo tempo que a progenitora, pensou no que diria a mãe, simplesmente surreal, preferiu manter-se calma, masturbando-se no seu canto a apreciar a situação. A boca da sua mãe vibrava no pau do estranho, notava-se que tinha prática, acariciava-o de forma conhecida, lambia de forma apetitosa a ponta, deslizava até baixo por fora massajando e beijando as suas bolas, voltava ao inicio e ora fazia aparecer ora desaparecer o pau no fundo da sua boca, tudo isto olhando bem nos olhos do gajo, fantástico pensou, não deve faltar muito para se vir… Observou então a mão da mãe a bater vorazmente o enorme membro, ansiando pelo quente fluido do individuo que já se começava a contorcer, agarrou os cabelos da cinquentona e derramou o seu leite pela cara e pescoço soltando um grito de prazer. A mãe parecia deliciar-se com cada gota derramada, saboreando o néctar que lhe escoria, chupando os dedos e lambendo as suas próprias mamas. Maria estremeceu novamente ao observar aquela visão surreal, agora sabia o porque de ser uma menina perversa, aos 23 anos tinha os genes da mãe, a luxúria corria-lhe no sangue. Assustou-se ao observar o casal a abandonar a cama, quase caiu para trás denunciando a sua presença. Somente teve tempo de se levantar toscamente, deslizar e escapulir-se para o interior do seu quarto enquanto a mãe saia direita à casa de banho seguida pelo estranho. Já dentro do quarto, pensou que foi por pouco que não tinha sido apanhada, será que alguém tinha reparado nela? A mãe ia-lhe dar um tiro se sonhasse com a situação, quanto mais apanha-la com a boca na botija. Assustada escutou atrás da porta, ouvia água a correr, passos, risos e murmúrios de uma conversa. Sentiu o par no corredor a regressar ao quarto, novamente risos. Passados alguns minutos ouviu novamente passos, alguém descia as escadas rumo ao piso térreo, espreitou pela porta entreaberta, o estranho parecia ir embora, a mãe acompanhara-o à porta de roupão, imaginou que estivesse de saída da foda da tarde. Saiu pé ante pé espreitando um pouco para a porta, a mãe despedia-se com um beijo gostoso nos lábios, acariciando-lhe os cabelos longos e abandonou a casa. A mãe fechou a porta e rumou à casa de banho das visitas, Maria desceu vertiginosamente as escadas tentando fazer o mínimo de barulho, abriu a porta e saiu para a rua, tinha de saber quem era o gajo que tinha acabado de saciar a mãe.


Fim

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9 comentários

  1. Curiosa essa Maria... curiosa e muito excitada.

    Gostei do texto, muito bem escrito.

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  2. Cara Desejo Evidente obrigado pela visita e pelo comentário a este pequeno recanto. Espero que tenhas gostado dos devaneios da minha personagem, curiosa? Sim muito... excitada? Por demais...
    Enjoy...

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  3. Gosto. Muito. Está-se mesmo a ver que "ele" é um two in one...mas está deliciosamente provocador.

    Se não fosse a ratinha estaria...

    PERFEITO!

    Beijo assim mesmo sem diminutivo :)

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  4. Star
    Obrigado pela visita e pelo comentário.
    Vou ver o que se arranja em relação aos diminutivos, está prometido ;)

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  5. Demo Angelical,

    Não agradeças, venho, porque gosto.

    Quanto aos diminutivos, é atávico:


    http://stargazers-notebook.blogspot.com/2009/06/portugal-dos-pequeninos.html

    (passo a pub gratuita!)

    Kiss com asas :)

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  6. Star

    Li e reli o 'Portugal dos Pequeninos', tentei entender o significado de tais palavras.
    Vamos esperar para ver como me vou portar, acho que a Maria vai subir na vida ;)

    Beijos Angelicais

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  7. Demo,

    Gosto de tudo o que sobe. Mas também de descer. Vertiginosamente.

    Beijo, em espiral :)

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  8. Star
    Não gosto muito de alturas, preferia viajar nessa descida vertiginosa... Mas tudo feito com lentidão, não gosto de apressar nada...
    :P
    Beijos

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  9. Surpreendente e genial este "entretanto" que surgiu na história!!
    E a mãe da Maria é uma tola!!! hehehe
    Surreal, ou como quiserem adjectivar, chegar a casa e apanhar a mãe na cama com um "chavalo".
    Gostei!!! ;)

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