Diário de Maria

O Café II

novembro 24, 2010Ricardo Santo

I
Imagem roubada daqui

Maria fez o que o desconhecido pediu, virou-se de costas para ele, preferiu manter-se de pé ligeiramente dobrada, com as mãos abertas apoiadas nas caixas de madeira e as pernas ligeiramente abertas, como que incitando o convidado a entrar. Olhando de esguelha sorrateiramente observou a expressão do companheiro, sedento, olhar malandro e fixante na oferta que tinha acabado de receber. Correu o fecho da saia de ganga deixando-a deslizar até ao chão, conseguia agora observar a beleza da rapariga que tinha à sua frente, pernas longas e sensuais culminando num rabo empinado e apetecível de meter inveja a muita gaja, bastante mais tentador do que a progenitora mas não era por isso que se ia fazer rogado. Passou ambas as mãos pelas nádegas, deslizando suavemente, absorvendo a sua energia e calor, notava-se perfeitamente a marca do curto biquíni, certamente muito sol apanhado no verão. Baixou-se um pouco ficando agachado, as mãos deslizaram pelo exterior das pernas até aos joelhos, fez deslizar o fecho da longa bota esquerda, repetindo em seguida o mesmo processo com a bota direita, deixou que fosse a companheira a retirar os pés do seu interior, apresentando umas pequenas meias vermelhas, afastou as botas para os lados, ficando meio perdidas no chão do armazém. Conseguia agora tocar perfeitamente nas pernas, deslizou os seus dedos pelo interior, dos calcanhares até ao cimo das coxas, o movimento fez Maria estremecer como varas verdes. Massajou as pernas por algum tempo, em suaves exercícios ascendentes e descendentes arrepiando cada pelo da depravada rapariga. Levou uma mão ao sexo oposto, pingava de tanto devaneio contido, levou os dedos à boca e provou o néctar com deleite, adorava sentir aquele sabor na boca, só o cheio o deixava tolo de prazer. Decidido avançou com ambas as mãos afastando as nádegas de Maria, atacando em seguida o seu sexo com os lábios, sorveu novamente o néctar que escorria, perdeu a sua língua bem no interior à medida que a companheira agitava as ancas em forma de ajuda, possuiu aquele recanto com mestria e saber, aprimorando cada pedaço até à entrada, brincando com a ponta da língua na pequena saliência que a antecedia, fodeu-a em seguida com a sua língua bem espetada, entrou, saiu, entrou novamente bem fundo no interior fazendo gemer a parceira com movimentos rápidos, estava-se a deliciar. Recatou-se por alguns momentos naquele vai vem especial, adorava dar prazer, muito mais do que receber, sempre tinha sido assim, aquela beleza sabia bastante melhor do que a progenitora que tinha saciado à algumas horas atrás. Subiu a sua boca saboreando a pequena parede que divide os dois buracos até atingir o ânus, absorveu o seu ardor, estava completamente húmido. Fez alguma força com as mãos, abrindo mais as nádegas para poder explorar o local de forma mais confortável. Saboreou aquele recanto paulatinamente procurando oferecer o máximo de prazer à sua parceira, a puta tremia de prazer a cada nova passagem de língua. Maria não se aguentou mais naquela posição, as pernas já não lhe respondiam de tanta vibração, sentiu-se obrigada a dobrar os joelhos apoiando-se de quatro sobre as madeiras, no entanto não se encontrava confortável, observando o problema o desconhecido pegou em ambas as botas colocando-as por debaixo dos joelhos da companheira, servindo de almofadas improvisadas, sempre era melhor do que esfolar os joelhos directamente na madeira. Maria agradeceu o gesto colocando-se na posição de canzana com o rabo inclinado para o macho olhando-o provocatoriamente nos olhos ao mesmo tempo que mordia o seu lábio inferior.

- Agora quero que me fodas. É uma ordem…
- Sou toda tua e quero sentir esse pau todo dentro do meu cú.
- Quero que me comas do mesmo jeito que fizeste à minha mãe meu cabrão…
- O teu pedido é uma ordem boneca, prometo ser carinhoso…

E com estas palavras massajou o seu sexo com algumas estocadas, ainda estava meio húmido mas resolveu colocar alguma saliva extra na ponta do membro, encostou a ponta do seu sexo à entrada do ânus da companheira, estava deliciosamente excitado, uma tesão suprema que lhe enrijava o sexo até à ponta, era realmente o seu dia de sorte, comer a mãe e a seguir a filha, que puta de loucura irreal. Aconchegou a ponta açoitando ao de leve uma das nádegas direccionado depois à entrada, com um ligeiro esforço sentiu a ponta do seu sexo a desaparecer entre o buraco húmido enquanto Maria gemia de quatro. Esperou um pouco antes de avançar para se certificar que não magoava a parceira, a resposta veio em seguida quando a própria movimentou delicadamente o corpo absorvendo mais um pouco do seu sexo no interior. Certificado que a sócia estava a gostar apoiou ambas as mãos nas ancas, puxando-a aos poucos e poucos para si, mais, mais e mais, sentindo o roçar do seu membro no apertado buraco delicioso, forçou mais um pouco ignorando os pequenos gritos abafados que vinham da parceira até que por fim deixou de o ver, tinha entrado todo lá dentro. Ao seu pensamento veio a célebre frase do Eng. Tomás Taveira, “pronto já não dói, está todo lá dentro”, riu-se interiormente ao imaginar a caricata situação quando viu pela primeira vez os vídeos caseiros do conhecido arquitecto. Retirou lentamente o sexo de dentro da parceira e iniciou o habitual vai vem ritmado, lento de inicio, acelerando ao compasso e gosto da parceira que vibrava entre as caixas de madeira. Recreava-se a cada nova estocada que o invadia de prazer, os movimentos de ancas, as mãos trabalhando em harmonia no balançar dos corpos, penetrava a seu belo prazer aquele gostoso pedaço de luxúria que lhe tinha caído do céu. Mantendo um ritmo pujante debruçou-se sobre a companheira, levando uma mão a esfregar o sexo oposto, Maria gemeu e praguejou ao sentir-se desflorada daquela maneira, sentia o corpo em chamas, invadida pelo diabo que a torrava por dentro, o seu ventre explodia a cada toque e quase se veio quando o desconhecido lhe massajou fortemente o clítoris. Estava nos seus sete céus, o patife sabia bem como foder à canzana. Notou a mão a subir no seu corpo afastando a camisola para junto dos seus ombros, deixando o soutien pendente a balançar, as suas mamas oscilavam agora mais ferozmente graças à falta de apoio. Guinchou audívelmente quando o desconhecido lhe apertou o mamilo direito com uma força do outro mundo, excitou-a ainda mais levando a que aumentasse a velocidade das penetrações no seu rabo, adorava ser comida de quatro, era a sua posição favorita. Sentiu a sua mama direita toda entranhada na mão do parceiro, sendo apertada e massajada com vigor até que esta lhe subiu pelo pescoço apertando-lhe o rosto que se contorcia, melhor seria impossível e somente se conseguia aguentar graças às mordidelas que dava nos lábios e nos braços.

O estranho elevou-se novamente deixando atrás de si um rasto de transpiração nas costas da companheira. Estava com o peito musculado totalmente a arder, escorrendo gotas de suor, estocava com prazer aquele buraco agora mais largo, sentindo os tomates a balançar, apanhou o cabelo da parceira obrigando-a a olhar para si, observando o seu desejo em a penetrar, crescia no seu interior a conhecida sensação de prazer, começando a incendiar-lhe as veias percorrendo todo o corpo, também ele gemia baixinho e contraia os músculos para penetrar a parceira. Não ia aguentar muito mais tempo, a tesão aumentava a cada segundo passado dentro daquele apertado local, aumentou os movimentos nas ancas, penetrando cada vez mais fundo, mais e mais… ouviu Maria a gemer cada mais ofegantemente, quase soluçando, os sons foram música para os seus ouvidos, estremecendo totalmente por dentro, não conseguindo mais conter a excitação deu uma estocada final vindo-se de seguida, ao mesmo tempo que a companheira gemia e cambaleava para a frente com a cabeça apoiada nos braços que cederam, as suas nádegas tremiam de prazer no mesmo movimento das pernas arqueadas, tinha-se vindo juntamente com ele. O companheiro deixou-se ficar mais um pouco naquele vai vem, cada vez mais lentamente até que retirou com jeito o sexo do interior do ânus de Maria, mal saiu a ponta, escorreu parte do seu leite quente para fora, acompanhando a saída do membro pujante. Era perfeitamente visível o buraco que tinha ficado, expelia sémen por todo o lado começando a escorrer para o sexo oposto. Maria aproveitou a situação e conduziu uma mão malandra com destino ao quente sémen, entranhou os dedos e levou-os à boca saboreando-os incessantemente.

- Agora sim julgo que necessitas da casa de banho, sabes bem é aqui ao lado.
- Sim sempre soube onde ficava.

Maria apanhou a saia de ganga do chão vestindo-a, cambaleou um pouco sem botas deslocando-se até à casa de banho no corredor. Acendeu a luz e entrou, olhou-se no pequeno espelho por cima do lava mãos, estava com os caracóis todos húmidos, colados ao pescoço, o cabelo estava completamente desgrenhado, soltou-os o melhor que conseguiu abrindo a torneira em seguida. Passou alguma água pelo pescoço que fervia secando-o em seguida com uma toalha de papel. Sentou-se na sanita limpando-se em seguida o melhor que conseguiu com papel higiénico, tinha sémen por tudo o que era canto, as pernas meladas e até conseguia ver pequenas gotas salientes nas meias vermelhas. As nádegas doíam sentada na sanita, todo o traseiro estava dorido mas não se importou, tinha sido a canzana da sua vida e o gajo merecia nota vinte, podia bem com as dores, o prazer suplantava tudo. Lavou as mãos e a cara, apertou novamente o soutien atrás das costas, ajeitou a camisola e a saia saindo para o estreito corredor. Rumou ao armazém onde tinha acabado de realizar a bela aventura, procurou pelo desconhecido, nada, tinha desaparecido. Procurou melhor por entre os caixotes mas o estranho tinha mesmo desaparecido. Pensou porque razão todos os gajos desapareciam depois de lhe proporcionar prazer? Sentou-se num caixote de madeira e calçou as botas, apanhou a mala do chão e saiu rumo à entrada do café. Ao chegar ao local deparou-se com a quarentona atrás do balcão a olhar fixamente para ela de forma inquisitória, em cima do vidro pousava um café a arrefecer, foda-se tinha-se esquecido completamente do café…

Fim

You Might Also Like

7 comentários

  1. Não descansei enquanto não li tudinho! Fantástica a Maria e tu estás de parabéns =) ansiosa pela continuação da aventura desta moça.
    ADOREI

    Beijo S

    ResponderEliminar
  2. CARAMBA!

    Agora sim!

    Agora estamos no Nirvana!

    Eu não sou propriamente sensível, mas este "conto" lembrou-me Henry Miller no seu melhor. Uma leitura eroticamente deliciosa.

    Fiquei fã. Absoluta.

    De Maria? Do Autor? Ou mais propriamente do Estranho?

    I wonder...

    Beijo na Santíssima Trindade

    :)

    ResponderEliminar
  3. Menina S

    Obrigado pela visita e por te envolveres com as minhas aventuras de Maria. Agradeço os elogios à escrita e retribuo com novos contos brevemente. Aguardo nova visita a este canto onde te deixo perder...
    Beijo doce

    ResponderEliminar
  4. Star... Star...

    Então pelos vistos estou aprovado, valeu a pena as dicas, agradeço desde já. Obrigado pelas palavras calorosas e espero manter as expectativas nas próximas aventuras desta depravada...
    Beijo

    ResponderEliminar
  5. Estás mais que aprovado "Stranger"...

    e obrigado por me teres "ouvido".

    É tão mais erótico assim!!!

    Beijo, salpicado de água do banho de Maria,

    ResponderEliminar
  6. Star...

    Obrigado por mais uma visita ao meu cantinho e como tinha dito estou sempre "aberto" a novas dicas e ideias...
    Venham elas...

    Beijos

    ResponderEliminar
  7. Por momentos pensei que ias estragar a história!
    Meter aqui pelo meio o Taveira... para quem viu as cenas, no meio de uma canzana tão soberbamente descrita, ler as palavras e imaginar aquela voz "está todo lá dentro no cuzinho da menina"!!! Tira o tesão todo!!! E ridiculariza o momento!! dassse!!!
    Adiante!
    Simplesmente delicioso. Tudo excelentemente bem descrito, digamos que foi quase um 3D!!
    ;)

    ResponderEliminar

Popular Posts

Tumblr

Contact