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Segunda-feira, 19 de Março de 2012

O Prazer

 Imagem roubada daqui vale a pena visitar


chuva continuava a fazer-se sentir naquela manhã de segunda-feira, o tempo agreste tinha vindo para ficar, o Inverno caia finalmente sobre a capital. Maria abriu a pesada porta da vivenda rumando apressadamente à caixa postal, uma factura da MEO, uma propina por pagar da faculdade e uma última carta sem remetente, o seu coração palpitou de imediato, o sangue acelerou entre as veias e sentiu um arrepio que lhe percorreu toda a coluna vertebral num intenso choque emocional. Recolheu ao interior angustiada deixando as duas primeiras cartas sobre a mesa da cozinha subindo rapidamente ao seu quarto no primeiro andar. A inquietação aumentava a cada degrau transposto, a carta somente tinha o seu nome como remetente, escrito a letra de imprensa, envelope pequeno, branco pálido, soube de imediato de onde vinha, antecipava aquele momento. Entrou no quarto fechando a porta atrás de si, não queria ser incomodada, rasgou o topo do envelope com o dedo indicador retirando o pequeno cartão escondido no interior, as suas mãos tremiam ligeiramente, estava dobrado ao meio, sentia-se em êxtase, leu… “Esta noite - 23:00h - Avenida da Liberdade Nº 115” Sentiu o seu corpo a contorcer com as palavras, sempre o mesmo efeito perturbador a cada carta recebida, a cada frase lida para o seu interior, a mente em total redopio, conseguia sentir o sexo a latejar antecipando os próximos capítulos. Fazia tempo que não era convocada para uma reunião, a espera tinha terminado, iria certamente adorar a envolvência e glamour da nova experiência. Sentia-se a fervilhar de tanto entusiasmo.

Maria abandonou o táxi apressada não se importando com o troco da viagem, já passava da hora marcada, tinha demorado mais tempo a chegar do que o previsto, os ponteiros do seu relógio Calvin Klein prateado marcavam agora 23:15h, iria certamente sofrer consequências por este abuso. Chovia ligeiramente enquanto se dirigia para o local indicado no cartão, a avenida estava completamente deserta aquela hora da noite com o comércio todo fechado. Sentia os sapatos brancos de fivela a chapinharem nas poças de água da calçada lisboeta, nem o tacão avassalador a protegia de molhar as meias rendadas. Retirou o capuz da parca ao chegar ao seu destino, tocou duas vezes à campainha como tinha sido instruída da primeira vez e esperou. A imponente porta de madeira abriu-se passados alguns segundos soltando um ruído audível sendo recebida pelo habitual porteiro de serviço, já o conhecia de outras paragens como no Palácio, vestia um elegante smoking preto, aguardava a sua chegada, convidou-a a entrar com um despretensioso gesto. Maria invadiu o casarão com o coração a palpitar, sentia o suor a escorrer-lhe pelo estonteante corpete de renda branda que tinha escolhido para a ocasião. Notou de imediato a falta de iluminação no espaçoso hall de entrada, o ambiente estava morno comparando com o exterior, entregou ao porteiro a parca branca que lhe dava pelas coxas, gotas de água escorriam para a alcatifa desgastada. Percorreu o corredor enquanto a figura careca se afastava em passos demorados, novamente pouco iluminado, portas amareladas fechadas de ambos os lados, quadros poeirentos e mobiliário do século transacto abrangiam o local. Caminhou inquieta até à galeria, as mãos tremiam ligeiramente, tentou acalmar o medo respirando fundo, murmúrios ecoavam pelo ar, sentiu-se imediatamente consumida pelo sinistro espaço onde se embrenhava, equacionou voltar atrás, impossível pensou, a sua curiosidade falava sempre mais alto.

Maria chegou ao final do corredor sustendo a respiração, tinha o coração na boca, agora não havia volta a dar, não podia recusar a convocatória, sentia-se completamente perturbada entre aquelas paredes que a consumiam, a galeria apresentava-se na sua frente, já não faltava muito para a alcançar quando um vulto surgiu na sua frente, obstruindo a luminosidade quase por completo. Assustou-se ao primeiro impacto, recompôs-se e continuou a caminhar ao seu encontro. O vulto era alto, porte atlético, vestia um smoking preto e envergava um chicote de nylon entrelaçado na mão direita, balançava ligeiramente para a frente e para trás. Não lhe conseguia identificar as feições do rosto, estava coberto por uma máscara de gás totalmente preta, bastante sinistro. Tentou pronunciar algumas palavras mas a sua boca não emitiu qualquer som, a mente já fervilhava intensamente. Ao invés apenas se conformou com a venda que lhe estava a ser colocada, a visão ficou ofuscada por ligeiros segundos até desaparecer por completo, mergulhou na escuridão. Conseguiu cheirar durante alguns segundos a fragância que o vulto emanava, envolvente, tentou sem efeito identificar a essência levemente adocicada. Sentiu passos passados alguns segundos, alguém se aproximava, passada curta e ritmada, saltos altos, feminina. A sua mão esquerda foi tocada, puxada, guiando-a para o interior da galeria. O toque era suave e delicado, feminino sem dúvida, deu os primeiros passos para o interior, sentia-se completamente delirante ao ter perdido o sentido de visão. Murmúrios ecoavam pelo espaço, uns mais audíveis do que outros, Maria não conseguia discernir quantas pessoas estavam presentes na sessão, a sua mente fervilhava num imenso mar de emoções. Soltou um violento grito ao sentir pela primeira vez o nylon do chicote nas suas nádegas, o impacto das pequenas tiras invadiram o seu interior como chamas, propagando-se, queimando tudo à sua passagem, devorando a sua natureza. Não demorou muito para sentir o segundo impacto, mais intenso que o primeiro, mais arrojado e excessivo, exactamente no mesmo local do anterior, o corpo estremeceu violentamente, nem a sua cueca de renda a protegia de tal castigo, susteve o grito mordendo o lábio inferior quase ao ponto de fazer sangue enquanto a sua mente imaginava o cenário envolvente, aquele vulto de máscara de gás, o chicote a esvoaçar, a marca da punição visíveis nas suas nádegas, os olhares dos voyeurs presentes observando a acção, deliciava-se com aquele misto de prazer e dor que usurpava o seu corpo e mente, sentia-se inebriada naquele labirinto de submissão. Cedeu ao embate da terceira chicotada, gritou audivelmente, o som ecoou por toda a galeria, os joelhos abdicaram da força, debruçando-se para o chão em contrações sucessivas, arfava compulsivamente quase ao ponto de se salivar, as nádegas ardiam de excitação, tinha naquele momento a perfeita noção de ter molhado as cuecas, o seu fio de prata com o pendente em forma de borboleta balançava sem fim preso ao pescoço, já esperava o castigo pelo atraso, já o antecipara, era inevitável.

Maria sentiu o seu corpo a ser elevado no ar, flutuando, braços fortes ergueram-na, levitando, imaginou quantos corpos seriam? Dois? Três? Quatro? Regressou a si ao ser colocada sobre uma superfície maleável e fria, uma marquesa seguramente, arrepiou-se ao sentir o tecido gélido nas suas costas, tentou habilmente espreitar pela venda, impossível, a escuridão mantinha-se tal como o ardor intenso presente nas suas nádegas. Sentiu o fecho do corpete de renda branca a deslizar do seu lado esquerdo, delicadamente, da axila até parar na anca, abandonando o seu corpo, desnudando e revelando o seu peito volumoso e sensual, os mamilos esses despontaram de imediato ao serem expostos aos olhares. Sentiu então os pulsos a serem seguros por mãos fortes e presos por pequenas fivelas de cabedal à marquesa, primeiro o direito, depois o esquerdo, não resistiu e deixou-se arrebatar submissa, tinha aprendido a lição de obediência. Segundos depois os seus sapatos brancos caíram perdidos no chão e sentiu o mesmo procedimento nos seus membros inferiores. Estava agora totalmente aprisionada, subjugada física e mentalmente naquele pequeno espaço. Maria sentiu a primeira gota bem no meio do seu peito volumoso, seguida de uma segunda e mais outra fazendo-a contorcer-se instantaneamente e gemer de forma audível. Tinha a visão completamente obstruída pela venda que lhe tinha sido imposta e rapidamente experimentou a sensação de um fio quente de vela derretida a escorrer lentamente pelo seu sensual corpo, nova contração inesperada, um rasgar interno, misturando dor e prazer, uma dupla sensação que lhe elevou os sentidos.

 Continua...

Segunda-feira, 5 de Março de 2012

O Apartamento IV

 Imagem roubada daqui vale a pena visitar


              O Apartamento ---- O Apartamento II --- O Apartamento III


Maria deixou-se afundar sobre o peito quente do estranho, deslizando o corpo, adorava aquele pequeno momento em que se aninhava e sentia o impacto profundo, as ondas de prazer a inundarem o seu interior graças ao orgasmo recente. Na boca provava o sabor agridoce do líquido do pecado, deliciava-se por mais uma vez o consumir após tanto tempo de ausência, era tão seu que não se fez rogada sorvendo o pouco sémen que ainda escorria pela pulseira Pandora, bad girl. A sua respiração acalmava aos poucos, o coração outrora palpitante regressava à normalidade depois de levado à exaustão, sentiu os braços fortes e quentes do estranho a envolverem-na, abraçando-a naquele amanhecer de domingo, o simples roçar de pele envolvia os seus sentidos, adorava aquele pequeno mimo. Sentia as mãos doridas da recente força aplicada nos ferros da cabeceira da cama, não se importava, eram dores de extremo prazer. A chuva continuava a bater fortemente nos estores ameaçando diluvio para o resto do dia na capital, o par deixou-se ficar alguns minutos na tranquilidade do silêncio, abraçados num ritual sensual, somente sentindo a respiração um do outro, mereciam a união… A tranquilidade do momento foi alterada com um miar, seguido de outro e mais outro, a gata arisca rondava a cama, miando, pedindo atenção ao dono. O estranho abandonou a cama percorrendo o longo corredor do apartamento rumo à cozinha para alimentar a felina. Maria aproveitou para se espreguiçar e também ela se levantar, sentindo de imediato um arrepio de frio que lhe desceu pela espinha consequência do arrefecimento do corpo, vestiu o casaco de malha branco que descansava sobre a velha poltrona e passou os olhos pelos livros empilhados e amontoados ao canto, pela camada de poeira acumulada há muito que não eram lidos. Com um pequeno gesto rodou o mecanismo do seu lado direito abrindo ligeiramente os estores, franzi-o os olhos com a súbita claridade, a água escorria e batia agora com mais intensidade sobre o vidro. Debruçou-se sobre a poltrona, subindo e espreitando para a avenida, não se via vivalma no bairro de Alvalade, estava uma manhã horrível para estar fora de casa. Pelas suas coxas escorriam pequenos fios de líquido ainda quente, restos da recente luxuria com o estranho, não se deu ao trabalho de limpar, continuava a prazer nos pequenos detalhes.

Maria sentiu as mãos fortes do estranho a envolverem as suas nádegas, acariciando-as sabiamente. Debruçada sobre a poltrona ergueu o seu corpo sensual com delicadeza ao sentir o toque tentador, empinando o rabo para ser acariciado. Olhou de esguelha sorrateiramente observando a expressão do parceiro que sorria ligeiramente, sedento e com olhar fixo na oferta à sua frente. Ergue-o o casaco sobre as costas, passou ambas as mãos pelas nádegas, deslizando suavemente os dedos, absorvendo a sua voluptuosidade, ainda era possível notar a marca do curto biquíni usado no verão passado, dedilhou pelo interior das pernas, descendo das coxas até aos calcanhares, o ligeiro movimento fez Maria estremecer intensamente, contorcendo-se e apoiando-se melhor na poltrona. Tacteou o interior das pernas húmidas por algum tempo, em suaves exercícios ascendentes e descendentes, ligeiras alterações de sentido, arrepiando cada pêlo à sua passagem, voltando a incendiar o lume naquele corpo luxurioso. Levou a mão direita ao sexo, encharcado de tanto devaneio contido, levou dois dedos à boca e provou o néctar com deleite, adorava sentir aquele sabor na boca, só o cheio intenso o deixava desnorteado de desejo. Avançou com ambas as mãos afastando ligeiramente as nádegas, assaltando em seguida o sexo com os lábios, sorveu novamente o néctar que já escorria, perdeu a sua língua bem no interior à medida que a companheira agitava as ancas, saboreava novamente aquele recanto com mestria e dedicação, aprimorando cada lábio externo até à entrada, brincando com a ponta da língua na pequena saliência que a antecedia, penetrou em seguida com a sua língua bem espetada, entrou, saiu, entrou novamente bem fundo no interior fazendo Maria contorcer-se na poltrona enquanto gemia baixinho. Recatou-se por alguns momentos naquele vai-e-vem delicioso, colocando lenha no lume, ateando o fogo da paixão. Ergue-o a boca saboreando com a ponta da língua a pequena parede que divide os dois buracos até atingir o ânus, absorveu o seu ardor, estava completamente húmido. Fez alguma força com as mãos, abrindo mais as nádegas de forma a explorar o local de forma mais confortável. Saboreou aquele recanto paulatinamente e com dedicação num jogo de língua intenso, procurando oferecer o máximo de prazer à sua parceira que tremia de excitação a cada nova passagem de língua. Aquele momento recordou-lhe o fantástico orgasmo que tinha oferecido a Rita no Hotel. Maria não se aguentava mais naquela posição, as pernas já não lhe respondiam de tanta vibração, sentiu-se obrigada a apoiar a cabeça entre os braços na poltrona, desejava urgentemente sentir o forte membro dentro de si.

O estranho ergueu-se e massajou o seu sexo com algumas estocadas com a mão direita, ainda estava meio húmido mas resolveu colocar alguma saliva adicional na ponta do membro teso, encostou a ponta à entrada do ânus da companheira, estava deliciosamente excitado, uma tesão suprema que lhe enrijava o sexo até à cabeça, sentia uma necessidade voraz de comer aquele apetitoso rabo. Aconchegou a ponta açoitando ao de leve uma das nádegas direccionado depois à entrada, com um ligeiro esforço sentiu a ponta do seu sexo a desaparecer entre o buraco húmido enquanto Maria gemia de quatro na poltrona. Esperou um pouco antes de avançar certificando-se que não magoava a parceira, a resposta veio em seguida quando a própria movimentou delicadamente o corpo absorvendo mais um pouco do seu sexo no interior. Apoiou ambas as mãos nas ancas, puxando-as pouco a pouco para si, penetrando mais, mais e mais fundo, sentindo o roçar do seu membro no apertado buraco delicioso, forçou mais um pouco ignorando os pequenos gritos abafados que saiam da boca de Maria. Iniciou o habitual vai-e-vem ritmado, lento de início, acelerando ao compasso e desejo da parceira que cravava as unhas na poltrona fazendo levantar pequeno pedaços de pó. Recreava-se a cada nova estocada que o invadia de prazer, os movimentos de ancas, as mãos trabalhando em harmonia no balançar dos corpos, penetrava a seu belo prazer aquele gostoso pedaço de luxúria. Mantendo um ritmo pujante agarrou o cabelo longo da companheira na mão direita, Maria gemeu e praguejou ao sentir-se desflorada daquela maneira, sentia o corpo em chamas, invadida pelo diabo que lhe torrava as entranhas, o seu ânus explodia a cada penetração vigorosa e quase se veio quando o estranho lhe puxou os cabelos pretos com força obrigando-a a erguer-se. Guinchou audivelmente ao sentir o excitado mamilo esquerdo trespassado com uma força do outro mundo, excitou-a ainda mais levando a que aumentasse a velocidade das penetrações no seu rabo, adorava ser comida de quatro, era seguramente a sua posição favorita. Sentiu a sua mama esquerda toda entranhada na mão do parceiro, sendo apertada e massajada com sabedoria até que esta lhe subiu pelo pescoço apertando-lhe o rosto que se contorcia de satisfação, melhor seria impossível e somente conseguia suster o orgasmo graças às mordidelas que dava no lábio inferior. O estranho estava totalmente a arder, escorrendo gotas de suor pelo peito musculado, estocava com prazer aquele buraco agora ligeiramente mais largo, sentindo uma força vigorosa, virou o rosto da parceira obrigando-a a olhar para si, observando o seu desejo em a penetrar por trás, olho bem fundo nos seus olhos castanhos, comendo-lhe a mente. Aumentava no seu interior a conhecida sensação de prazer tal como tinha acontecido no Health Club com Xana, começando a incendiar-lhe as veias, percorrendo todo o corpo em sobressalto, também ele gemia baixinho, cerrava os dentes e contraia os músculos para penetrar com intensidade. Não ia aguentar muito mais tempo, a tesão aumentava a cada segundo passado dentro daquele apertado local, aumentou os movimentos nas ancas, estocando cada vez mais fundo, mais e mais… ouvia Maria a contorcer-se, com a respiração totalmente perdida e ofegante, salivava-se pelo rosto, quase soluçando, pedindo-lhe que não parasse agora, que a fizesse atingir o orgasmo. Estremeceu totalmente por dentro, não conseguindo mais conter a excitação, dobrou os dedos dos pés, deu uma estocada final violenta vindo-se em seguida, ao mesmo tempo que Maria cambaleava para a frente com a cabeça apoiada nos braços que cederam, as suas nádegas tremiam de prazer no mesmo movimento das pernas arqueadas que oscilavam descontroladamente, tinha-se vindo juntamente com ele. O estranho deixou-se ficar mais um pouco naquele vai-e-vem, penetrando cada vez mais lentamente até que retirou com jeito o sexo do interior do ânus, Mal saiu a ponta, escorreu parte do seu leite quente para fora, acompanhando a saída do membro pujante. Era perfeitamente visível o buraco que tinha ficado, expelia sémen por todo o lado começando a escorrer pelas pernas e sobre a velha poltrona.

Maria sentiu o seu corpo a despertar aos poucos, alguém a abanava fazendo-a regressar à vida. Abriu ligeiramente os olhos erguendo-os, na sua frente uma caricata figura de idade e cabelos brancos praguejava frases sem nexo. Tentou-se concentrar nas palavras ao mesmo tempo que tentava identificar onde se encontrava. Arrepiou-se ao sentir o frio da manhã, apertou o casaco colocando os braços junto ao peito, a idosa balburdiava perguntava vezes sem conta, o que fazia naquele local? Esperava alguém? Quem era a menina? Maria não conseguia raciocinar em condições e tinha dificuldades em sentir a noção da realidade. Tinha esperado a noite toda junto à porta do estranho? Então ele não tinha chegado? A idosa subiu as escadas rumo ao seu apartamento deixando-a plantada no patamar, afinal de contas tudo não tinha passado de um sonho…
Fim

Prólogo Próximo Conto: Maria sentiu a primeira gota bem no meio do seu peito volumoso, seguida de uma segunda e mais outra fazendo-a contorcer-se instantaneamente e gemer de forma audível. Tinha a visão completamente obstruída pela venda que lhe tinha sido imposta e rapidamente experimentou a sensação de um fio quente de vela derretida a escorrer lentamente pelo seu sensual corpo, nova contração inesperada, um rasgar interno, misturando dor e prazer, uma dupla sensação que lhe elevou os sentidos...

Quinta-feira, 1 de Março de 2012

Ready?

 Ladies & Gentlemen are you ready for More?

Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012

Happy Birthday

 Maria & Estranho desejam um Feliz Aniversário ao seu autor

Domingo, 1 de Janeiro de 2012

Feliz Ano Novo

 Maria & Estranho desejam Boas Entradas em 2012